Diogo Campilho, entrevista e podcast: “Estou e acredito no Tejo”

Ribatejano, nascido e criado, ex-forcado e atual treinador de rugby, Diogo Campilho é também enólogo e produtor na Quinta da Lagoalva.

O projeto de família tem um lastro gigante em diferentes áreas agrícolas e afirmou-se nos vinhos paulatinamente, com a marca própria a apresentar vinhos seguros, sérios, atuais.

Na atualidade, os vinhos da Lagoalva são obtidos a partir de uma área de 50 hectares de vinha, estimando-se que dentro de uma mão cheia de anos consigam atingir uma produção anual de um milhão de garrafas.

Arinto, Alfrocheiro… há várias castas plantadas, incluindo francesas, com o objetivo de alcançar vinhos que permitam ao Tejo subiu uns degraus no patamar da notoriedade.

A conversa com Diogo Campilho para ouvir na íntegra em formato podcast, com destaques à distância de um scroll.

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“A Austrália foi uma especiaria importante naquilo que procuro no mundo dos vinhos”.

“Na Austrália jogávamos muito na antecipação para que não acontecesse qualquer tipo de problema”.

“Fomos dos primeiros no Tejo a fazer vindima noturna”.

“A Lagoalva é uma história de família, algo que dá gozo construir porque continuas na peugada de alguém que já construiu antes e acabas por ser um bocadinho de alcatrão da estrada que se está a fazer”.

“Se as pessoas provarem alguns vinhos (do Tejo) em prova cega provavelmente terão algumas surpresas”.

“Os vinhos do Tejo caracterizam-se por ser bastante aromáticos, com uma intensidade corante média, com uma graduação alcoólica entre 13,5, 14 a 14,5%, vinhos elegantes, com frescura acima da média”.

 

 

“Temos feito coisas notáveis no Tejo”.

 

texto: José João Santos / fotos cedidas pelo enólogo Diogo Campilho